Quando se observa como grandes empresas tratam o passivo judicial dentro de seus relatórios financeiros, fica evidente que boa parte das provisões ainda é construída com base em estimativas conservadoras genéricas, e não em projeção estatística real do comportamento futuro do contencioso. Essa prática, comum há décadas, tende a gerar tanto reservas subdimensionadas, que surpreendem […]