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O que é sustentabilidade funerária e por que o tema cresce no setor? Entenda com Tiago Schietti

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O que é sustentabilidade funerária e por que o tema cresce no setor? Entenda com Tiago Schietti

Diego Velázquez
Tiago Schietti

Como menciona Tiago Schietti, especialista em gestão cemiterial, a sustentabilidade funerária deixou de ser um assunto distante da rotina dos cemitérios e passou a ocupar espaço nas decisões de gestão, manutenção e atendimento. Até porque o setor funerário precisa unir respeito às famílias, eficiência operacional e responsabilidade ambiental.

Inclusive, essa visão amplia o papel dos cemitérios, que não devem ser tratados apenas como locais de sepultamento, mas como espaços de memória, cuidado coletivo e preservação. Interessado em saber mais sobre? Continue lendo e veja como a sustentabilidade funerária se conecta à modernização do setor.

O que é sustentabilidade funerária?

A sustentabilidade funerária é o conjunto de práticas que busca reduzir impactos ambientais sem comprometer a dignidade dos rituais de despedida. Ela envolve desde a gestão dos cemitérios até a escolha de materiais, processos de manutenção, consumo de recursos naturais e planejamento de longo prazo. Portanto, não se limita a uma ação isolada.

De acordo com o empresário do setor cemiterial e funerário, Tiago Schietti, esse conceito precisa ser entendido como parte da profissionalização do setor. Cemitérios bem administrados dependem de processos claros, equipes treinadas e decisões técnicas. Com esse prospecto, a sustentabilidade deixa de ser discurso e passa a integrar a rotina operacional.

Por que a sustentabilidade funerária cresce no setor?

A sustentabilidade funerária cresce porque o próprio comportamento social mudou. Hoje, muitas famílias desejam homenagens respeitosas, mas também valorizam soluções mais conscientes. Além disso, municípios e empreendimentos privados enfrentam maior pressão por organização, segurança ambiental e uso responsável dos espaços.

Assim sendo, segundo Tiago Schietti, a gestão cemiterial moderna exige equilíbrio entre tradição e inovação. O luto precisa ser acolhido com sensibilidade, mas a estrutura que sustenta esse atendimento deve ser planejada. Com isso em mente, o setor avança quando une memória, cuidado humano e responsabilidade ambiental.

Tiago Schietti
Tiago Schietti

Quais práticas sustentáveis podem ser adotadas em cemitérios?

A aplicação prática começa pela gestão do espaço. Cemitérios podem reduzir desperdícios, melhorar a drenagem, organizar áreas verdes e adotar rotinas preventivas de manutenção. Essas medidas tornam o ambiente mais seguro, agradável e eficiente para famílias, visitantes e profissionais. Isto posto, entre as principais práticas, destacam-se:

  • Gestão de áreas verdes: preservação de árvores, jardins planejados e paisagismo com espécies adequadas ao clima local.
  • Uso racional de água: irrigação controlada, manutenção preventiva de redes hidráulicas e reaproveitamento quando possível.
  • Controle de resíduos: descarte correto de flores, embalagens, materiais de obra e itens usados na manutenção.
  • Planejamento do solo: organização técnica das áreas de sepultamento, drenagem e circulação.
  • Manutenção preventiva: inspeções periódicas em jazigos, calçadas, acessos e estruturas de apoio.

Essas ações mostram que a sustentabilidade funerária não depende apenas de grandes investimentos; muitas melhorias surgem e podem surgir da disciplina operacional, por isso a gestão ambiental no setor funerário deve começar pela organização diária.

Como cremação e manutenção entram na gestão ambiental?

A cremação ganhou relevância por oferecer uma alternativa ao sepultamento tradicional, especialmente em regiões com limitação de espaço urbano. Entretanto, ela também exige controle técnico, equipamentos adequados e operação responsável, conforme frisa Tiago Schietti, especialista em gestão cemiterial. Afinal, a sustentabilidade está no modo como o serviço é planejado, fiscalizado e integrado à rede funerária.

A manutenção dos cemitérios também ocupa papel central. Limpeza, conservação de jazigos, poda, iluminação, acessibilidade e controle de resíduos influenciam diretamente a experiência das famílias. Tal como alude o profissional com atuação no segmento de cemitérios, memorialização e serviços funerários, Tiago Schietti, as estruturas bem cuidadas evitam degradação, reduzem riscos e fortalecem a imagem de respeito associada ao espaço memorial.

A sustentabilidade funerária como um compromisso com a memória e o futuro

Em conclusão, a sustentabilidade funerária cresce porque representa uma mudança necessária no setor. Ela preserva a dignidade dos rituais, melhora a gestão dos cemitérios e responde a uma demanda social por práticas mais responsáveis. Ao mesmo tempo, reforça o papel dos espaços memoriais na vida das comunidades.

Assim, modernizar o setor funerário não significa romper com a tradição, ressalta Tiago Schietti. Significa cuidar melhor dos espaços, das famílias e da memória coletiva. À contar disso, os cemitérios sustentáveis expressam responsabilidade com quem parte, com quem permanece e com as próximas gerações.

Autor: Diego Rodríguez Velázquez

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