Todo mundo – muito ou pouco – tem um certo nível de curiosidade mórbida. Para os que possuem mais fé, a morte é tratada como algo que chega ao seu tempo, já para os mais céticos, as correlações com a ciência são mais utilizadas. Agora, pense que, com um simples programa de computador, você pode “descobrir” como pode ou vai morrer. O projeto “How You Will Die”, da Flowing Data, permite que você adivinhe a causa de sua morte com base em seu sexo, raça e idade, entre outros parâmetros.

Este simulador, desenvolvido pelo programador Nathan Yau, faz uso de dados do Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) para traçar, automaticamente, o que pode te levar à morte de acordo com o período de sua vida. A compilação de dados cobre detalhes sobre essas causas de mortes entre 1999 e 2014. Especificamente, os registros são baseados em atestados de óbito.

O CDC classifica as causas em 113 subcategorias, que se enquadram em 20 categorias de doenças e causas externas. Mais especificamente, o CDC usa a Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas de Saúde Relacionados (CID), publicada pela Organização Mundial da Saúde.

Digite seu sexo, raça e idade. Cada ponto representa uma de suas vidas simuladas e, a cada ano que passa, mais de seus seres simulados desaparecem. A cor corresponde à causa da morte, e as barras à direita acompanham as porcentagens acumuladas. No final, você terá as chances de morrer de cada causa.

Tente mudar a idade para zero e observe a taxa de variação. Uma coisa que você deve notar é que, depois de passar do primeiro ano, é baixa a probabilidade de você morrer nas próximas décadas. O ponto principal, que é o que você espera, é que a taxa de mortalidade é muito menor nos primeiros anos de vida do que nos anos anteriores. Mas, se você morrer em uma idade mais jovem, é muito mais provável devido a algo externo e não a uma doença.

Experimente, depois, mudar a idade para os anos mais longínquos e deixe as simulações correrem. Neste cenário, as doenças começam a aparecer e os fatos externos diminuem (nçao muito, é verdade) para a sua causa mortis. Um dado que chamou a atenção, por exemplo, é o número de mortes por problemas circulatórios depois dos 80 anos, e não o câncer, como comumente acreditamos.

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