SÃO PAULO – A SpaceX, empresa de exploração espacial de Elon Musk, pediu à União Internacional de Telecomunicações, agência da ONU especializada em tecnologias de informação, autorização para lançar 30 mil satélites Starlink, modelo próprio desenvolvido pela companhia de Musk.

De acordo com o banco Morgan Stanley, o projeto deve custar em torno dos US$ 60 bilhões. A análise pressupõe que a construção de cada satélite custe cerca de US$ 1 milhão e o lançamento de uma cápsula com 60 deles custaria cerca de US$ 50 milhões.

“A SpaceX está acelerando os planos de implantar e comercializar banda larga via satélite com implicações significativas para demandas de investimentos, valuation, além de possíveis implicações estratégicas para a Tesla”, escreveu o Morgan Stanley em nota aos clientes na sexta-feira (19).

O banco acredita que a ideia de enviar mais Starlinks para a órbita da terra, menos de um ano depois do último lançamento, afetará diretamente o sentimento dos investidores de toda a economia espacial.

Se essa nova proposta for aprovada, o número de satélites da empresa lançados aumentaria para um total de 42 mil – cerca de 12 mil já estão em órbita.

O plano é ambicioso: hoje, esse número representa cerca de 20 vezes o número de satélites operacionais existentes e quase cinco vezes o total de todas as naves espaciais lançadas desde 1957.

Ainda de acordo com o Morgan Stanley, o custo de substituição dos satélites a cada cinco anos será de cerca de US$ 12 bilhões.

Ainda, de acordo com o site Business Insider, Elon Musk disse que espera que esses satélites adicionais possam permitir acesso a internet veloz a regiões remotas e rurais da Terra.

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