Rosa Weber disse que não mudou seu entendimento sobre a prisão em segunda instância desde 2016, quando votou pela execução da pena somente após o trânsito em julgado.

?Minha leitura constitucional sempre foi e continua a ser exatamente a mesma?, afirmou. ?Estou sendo coerente com minha compreensão com o tema de fundo?, disse depois.

Explicou que, no ano passado, só negou um habeas corpus para Lula por respeito à maioria à época formada em favor da prisão em segunda instância.

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