[…] Desde que assumiu a Seleção, Tite sempre tentou evitar se envolver em questões políticas. Disse que, se ganhasse a Copa do Mundo, não iria a Brasília para se encontrar com o então presidente Michel Temer e reafirmou tal posição neste ano, com a Copa América e Jair Bolsonaro. Quando o atual chefe do Executivo participou da festa do decacampeonato brasileiro do Palmeiras, em dezembro do ano passado, o treinador demonstrou incômodo e indicou que esporte e política “não se misturavam”. […]

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