[…] Nisman foi achado morto em sua casa em 18 de janeiro de 2015, quatro dias depois de ter denunciado a então presidente argentina, Cristina Kirchner, e vários dos seus colaboradores por supostamente acobertar os terroristas responsáveis pelo ataque, que deixou 85 mortos. Tanto o caso de Nisman quanto o do atentado seguem sem resolução por parte da Justiça.  […]

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